
Os fogos de artifício a fizeram sonhar. As diferentes nuances ficaram pintadas em seu rosto. A tristeza foi-se embora, apagou-se. As luzes dançaram sobre o seu corpo. Toda a sua amargura fora iluminada. Não consigo descrever o brilho que havia em seus olhos. Ela nunca foi tão bonita. Ela nunca sentiu-se tão bonita, tão colorida. Os fogos cessaram-se, mas ela continuou viva. Personificou-se o reflexo. Seu rosto iluminou-se de tal forma que senti-me cego. Ela parecia uma pintura impressionista. Impressionante. Nunca esquecerei aquele instante. Reluzente, ela iluminou-me os olhos, tocou-me os sentidos. Há tempos eu não via aquele brilho perdido. Iluminei-me com aquele sorriso. Da noite, fez-se o dia.

2 comentários:
Eu me recuso a comentar esse conto... Certas obras de arte – como essa – devem ser aplaudidas de pé!
Já disse milhões de vezes, mas como eu sou muito chato, eu vou dizer mais uma vez: sou seu fã!!!
Abração, júpiter!!!
Ass.: Bruno Espartano 23
Só você mesmo Bruno! Muito obrigado. Abração, Espartano!!!
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